Caso clínico real — Cirurgia Minimamente Invasiva

"Tinha a informação de que só seria possível abrindo o peito. Não era o único caminho."

Como a reavaliação de um caso com indicação prévia de esternotomia levou a uma abordagem minimamente invasiva — e transformou completamente a recuperação.

Relato do caso
Vídeo mostrando o relato do caso de cirurgia cardíaca minimamente invasiva sem abertura do esterno

Quando uma paciente recebe a indicação de cirurgia cardíaca, uma das primeiras perguntas — quase sempre a primeira — é: "vai precisar abrir o peito?"

Neste caso, a resposta inicial que a paciente havia recebido era sim. A indicação prévia apontava para esternotomia — abertura do osso central do tórax para acesso ao coração, o caminho mais tradicional e ainda o mais utilizado na cirurgia cardíaca.

A reavaliação

Ao reavaliar o caso, foi identificado que a anatomia e o tipo de procedimento necessário permitiam uma abordagem diferente: a cirurgia cardíaca minimamente invasiva, realizada por pequenas incisões, sem a necessidade de serrar o esterno.

"A via de acesso não é uma questão de preferência — é uma questão de indicação. Cada caso precisa ser olhado individualmente, porque às vezes existe um caminho que ainda não foi considerado."

O que muda na prática

A diferença entre as duas abordagens não está apenas no tamanho da incisão. Está em toda a experiência do pós-operatório:

  • Sem abertura do esterno — não há período de restrição de movimentos dos braços nem risco de complicações relacionadas à cicatrização óssea.
  • Menor trauma cirúrgico — menos dor no pós-operatório imediato.
  • Recuperação mais rápida — retorno mais breve às atividades cotidianas.
  • Resultado estético diferente — incisões menores e mais discretas.

O resultado

A cirurgia foi realizada pela via minimamente invasiva. A recuperação seguiu o padrão esperado para esse tipo de abordagem — significativamente mais rápida do que seria esperado de uma esternotomia convencional.

Este caso ilustra um ponto central na forma como o Instituto Poffo avalia cada paciente: a primeira indicação não é necessariamente a única opção. Antes de aceitar que "vai precisar abrir o peito" como resposta definitiva, vale a pena uma segunda avaliação especializada.

Seu caso pode ter uma alternativa que ainda não foi considerada

Cada paciente é avaliado individualmente. Agende uma consulta para entender quais abordagens são possíveis no seu caso.

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