Perguntas frequentes sobre cirurgia cardíaca
Estas são as dúvidas reais de pacientes e familiares — extraídas de mensagens e comentários públicos — com respostas baseadas na prática clínica do Dr. Robinson Poffo.
A via de acesso — se haverá ou não abertura do esterno — é definida pelo que o caso clínico exige, nunca por preferência do médico ou pela tecnologia disponível. Na cirurgia minimamente invasiva e robótica, o procedimento é feito por pequenas incisões, sem serrar o osso do peito. Isso significa menos dor, menor risco de infecção, menor sangramento e recuperação mais rápida.
Mas é importante ser claro: nem todo paciente é candidato a essa abordagem. A indicação depende de uma avaliação individual completa, considerando anatomia, tipo de procedimento e histórico clínico.
Depende de três fatores principais: a anatomia do paciente, o tipo de procedimento necessário e as condições clínicas gerais. Pacientes mais jovens costumam ter maior probabilidade de indicação, mas isso não é uma regra fixa — já foram realizados casos com sucesso pela via minimamente invasiva em pacientes de 60, 65 e até 72 anos.
A única forma confiável de saber se você é candidato é por meio de avaliação presencial com exames de imagem.
Sim, em casos bem indicados. Como não há abertura nem cicatrização do esterno, a recuperação costuma ser significativamente mais rápida em comparação à cirurgia convencional.
Um paciente relatou espontaneamente nos comentários do Instagram: "Fiz a cirurgia robótica com Dr. Poffo há 15 anos — três dias depois estava em casa, foi uma plastia de válvula mitral." Outro depoimento, de familiar de paciente de 65 anos, descreveu alta em apenas 2 dias após cirurgia cardíaca robótica.
O tempo exato varia conforme o procedimento e a evolução individual de cada paciente.
Não. O robô cirúrgico é uma ferramenta de alta performance controlada integralmente pelo cirurgião em tempo real, do início ao fim do procedimento.
O sistema amplia os movimentos das mãos do cirurgião com precisão milimétrica, filtra tremores involuntários e oferece visão tridimensional em alta resolução — mas toda decisão clínica, julgamento técnico e execução do procedimento são feitos pelo médico. O robô não tem autonomia para operar.
Não é modismo. A cirurgia robótica em cardiologia existe há mais de 20 anos, com milhares de estudos publicados confirmando sua segurança e eficácia.
No Brasil, já existem mais de 200 plataformas robóticas instaladas, com tecnologias como imagem 4K, força-retorno tátil e suporte de inteligência artificial. Quando bem indicada e realizada por equipe treinada e certificada, os resultados são comparáveis ou superiores à cirurgia convencional em casos selecionados.
Essa é uma preocupação legítima — e o próprio Dr. Poffo já se posicionou publicamente sobre o tema, incluindo em um editorial publicado no Journal of Cardiothoracic Surgery (JTCVS) em 2026, que aborda como a falta de informação qualificada e o acesso desigual impedem que mais pacientes se beneficiem da cirurgia robótica no Brasil.
O Instituto Poffo atende por convênios médicos além de consultas particulares. Para verificar se o seu plano de saúde está entre os atendidos, entre em contato direto pelo WhatsApp (11) 97207-3682.
Sim. O Instituto Poffo realiza cirurgia da aorta — incluindo aneurismas de aorta ascendente — e correção de cardiopatias congênitas, como a válvula aórtica bicúspide, além de cirurgia das válvulas cardíacas, revascularização do miocárdio (CABG) e tratamento de arritmias.
Cada caso é avaliado individualmente para determinar a melhor abordagem cirúrgica.
A idade isolada não é o fator decisivo — a avaliação considera o conjunto de condições clínicas, a anatomia cardíaca e o tipo de procedimento necessário. Já foram realizados procedimentos minimamente invasivos com sucesso em pacientes de 72 anos.
O caminho é sempre o mesmo: avaliação presencial com exames atualizados para determinar com segurança qual é a melhor abordagem para aquele paciente específico.
Na esternotomia, o osso central do peito (esterno) é aberto para dar acesso ao coração. Esse osso precisa de tempo para cicatrizar — geralmente algumas semanas — durante as quais há restrições de movimento, principalmente de elevação dos braços e esforços.
Na cirurgia minimamente invasiva, o acesso é feito por pequenas incisões entre as costelas, com auxílio de câmera de alta resolução e instrumentos especiais — sem abrir o esterno. Sem essa restrição óssea, a mobilização e o retorno às atividades cotidianas tendem a ser mais rápidos.
O Dr. Robinson Poffo atende no Hospital Israelita Albert Einstein (Unidade Morumbi) e no Hospital Moriah, ambos em São Paulo. O consultório de atendimento fica na região de Moema.
Para agendamento, entre em contato pelo WhatsApp (11) 97207-3682 ou pelo telefone da secretaria.
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